Gilmar Marcílio é formado em filosofia na UCS, articulsta no jornal Pioneiro e programador de arte na Casa da Cultura Percy Vargas de Abreu e Lima.
Ele fala um pouco sobre o livro e a cultura caxiense!
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Rockinmiles: Fale um pouco mais sobre seu livro:
Gilmar Marcilio: É uma reunião de crônicas que eu escrevo no Pioneiro em que cito 3 pontos. O lado comportamental, filosofia e política.
R: Os textos dele são tirados daquilo que vc escreve no jornal?
G: São e depois se retrabalha encima deles, porque leitor do jornal é um e leito de livro é outra coisa... a idéia é sempre a mas sempre tem uma nova argumentação.
R: Você não é um crônista, pelo que diz no livro, és um articulista. Qual a diferença?
G: Na verdade o que escrevo é uma mistura, articulista é o que escreve artigos e crônistas escrevem crônicas eu pego um tema escrevo uma espécie de ensaio e descrevo sobre isso.
R: De onde vem sua inspiração para escrever seus textos?
G: Costumo observar, leio bastante é fundamental isso.
R: O que você as pessoas que não tem costume de ler?
G: Que leiam, as pessoas não leem por preguiçaou porquê não tem estimulo.
R: O livro é de 2005 mas ainda se recorda de algum texto que achas que é o melhor de ser lido?
G: Todos são bons de serem lidos, me recordo de vários, "Estrangeiros" e "Sentir", são textos que todos que leram se recordam.
R: Como é seu trabalho na Casa da Cultura?
G: Sou coordenador na galeria de arte.
R: O que vc acha da cultura de Caxias do Sul?
G: Apesar de ter muitos grupos que lutam por isso, ainda deixa muito a desejar.
R: Você concorda com o tìtulo de Caxias como capital da cultura?
G: Bom, Caxias talvez não seja a capital, mas a cidade que produz cultura.
R: Qual a sua sugestão para melhorar ou para atrair o povo caxiense para as galerias de arte e aos teatros?
G: Diversificar os trabalhos apresentados, alguem que coordena tais espaços tem que pensar no que as pessoas que procuram os espaços procuram ver e não pensar apenas no que ele gosta.
R: Você acha que o povo nâo frequenta os teatros porque os preços estão muito caros? porque que é tão caro?
G: Não é tão caro, aqui na casa da Cultura algumas peças são gratuitas, outras custando 5 ou 10 reais, preços que nas baladas você paga apenas um drink, em Porto Alegre onde é caro mesmo os ingressos passam dos 50 reais e as casas sempre estão cheias.
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A vida não que cobra o frete!
quarta-feira, 14 de maio de 2008
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