As vezes canso de perder as contas de todas as burradas que eu já fiz nesta maldita vida Severina. Muitos são aqueles que dizem que não é certo se arrepender, que é a mesma coisa que chorar pelo leite derramado que não deves se arrepender por aquilo que já fez. Pois bem e me pergunto e aquilo que não fizemos? podemos se arrepender?
Em 2006 ao invés de ir para Pelotas fui para Porto Alegre ver um GREnal, invés de ficar com a pessoa que eu pensei que amava , troquei-a pela certeza do meu time de coração, meu time perdeu e eu me dei mal.
No mesmo ano enquanto eu ia para Pelotas deixava parte do meu coração na 304, na mais linda das criaturas que Deus gentilmente me cedeu para ser minha colega de classe, todo mundo sabe quem é ela, não preciso citar nomes.
2007: Mais uma partida, pelo Gauchão... Grêmio e Juventude estádio Olímpico mesmo palco da decepção do ano anterior, lá estavam meu amigo sua respectiva e eu para sermos testemunhas ocular do bicampeonato gaúcho, faltava uma pessoa naquela festa, uma gravataiense que mesmo sem querer foi a culpada do mais duro golpe que sofri nos meus 21 anos de existência. ligações para ver se nos achavamos entre mais de 52 mil pessoas, enfim conseguimos, mas tarde demais, eu já havia passado para dentro do estádio enquanto ela ainda lá fora e sem ingresso, porque não esperei malditos 29 minutos?
54.500 pessoas entre ela, eu e uma grade enferrujada.
No mesmo ano outro jogo entre Grêmio e Juventude desta vez em Caxias eu num barzinho com minha mãe, sim minha mãe, meus amigos se fossem me pagar uma cerveja me cobrariam na semana ela não cobra nada, mas desta vez pelo campeonato brasileiro, nós na mesa 31 e umas 3 gurias muito bem apresentáveis na mesa 29, que surpreendentemente era no nosso lado, jogo pegando fogo, o bar inteiro e eu torcendo para o Grêmio, minha mãe e uma das amiguinhas da outra mesa torcendo para o Juventude. Eu não parava de olhar para aquela mesa 29, uma moreninha chamava atenção, era certamente deslumbrante, a forma com que tomava coca-cola e comia batatinha, bom esqueçamos tal parte. no Segundo gol do Grêmio quis que tal emoção aprocxiamsse-me dela que estava ao meu lado e quisera o destino que nos abraçassemos, nunca vo esquecer daquele gol, mesmo não sabendo como foi nem quem o marcou. Final do jogo ela fica conversando com suas amigas, certamente fazendo a resenha da partida (sempre quis saber como seria uma mesa redonda de mulheres discutindo a rodada), e 5 minutos depois vejo com o bical do meu olho que a certa sombra sonora de um disco voador a mesma moreninha passando ao meu lado esquerdo, tropeçando e caindo ao solo fétido da Júlio com perto do Itaú, ai era meu cavalheirismo que falava mais alto fui junta-la e a vi partindo em disparada com tal vergonha provavelmente do ocorrido.
2008: Ainda me trará péssimas recordações más quando tomar cara de pau o suficiente para escrever contarei. Aguardem!
quinta-feira, 3 de julho de 2008
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