terça-feira, 26 de agosto de 2008

Asfaltando a Estrada.

Existem coisas que acontecem numa forma muito forte, severa, que tu não entende bem porque acontece e não encontra explicação para tal.
As mesmas coisas que aconteceram um dia você vivencia numa forma singela, saudável harmonica, mesmo não entendendo o porque disto. Você causou um dia para isso acontecer, você a idealizou mesmo em sonho quando era pequeno(a), quando era recém nascido e depois de crescido não se lembra mais.
Isto você hoje nomeia de coincidência, mesmo não sabendo mesmo o que você é levado a um caminha que tracejou muito antes, hoje os ventos lhe caminham para esta direção.

O que o livre arbítrio fala sobre isso? bem, você idealizou sua chegada, mas ainda não idealizou seus próximos passos, não tem uma dívina providência que te guia para o futuro, ela apenas te orienta, como se fôra guiado num barco até o meio do mar pelo vento e este vento acabar, aquele frio na espinha é um aviso que agora o destino está na sua mão, o frio que dá é o medo do não planejado, o medo de ter que se virar sozinho, sem segurança e sem direção daqui para frente.

Imagine um caminho reto, asfalto perfeito, e sem pedágio. Este sem dúvida seria o caminho perfeito para seguir viagem.
Mas perceba que muitas vezes nestes caminhos retos onde o abuso da velocidade é comum, acontece os maiores números de acidentes.
Agora outra situação. Uma estrada esburacada, repleta de pedágios como a que leva de Caxias até Porto Alegre, controlado pelo governo da Yeda. é onde mais se encontra pessoas, porque você para para consertar o pneu que furou... até porque não encontra um grande amor da sua vida em um dos pedágios.

Resumindo nós fazemos que asfaltamos nosso próprio caminho.

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